Saúde
Vacinas importantes

Fique atento às datas!!! Freqüentemente, o cão deve ser levado ao veterinário para cumprir o calendário de vacinação e passar por uma inspeção mais detalhada feita pelo profissional. A vacinação é muito importante e vai garantir a prevenção de doenças fatais. Ela é feita mensalmente entre os dois e cinco meses de idade. Após as primeiras doses, o cão deve ser vacinado anualmente

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* As vacinas devem ser reforçadas anualmente

 
Obesidade Canina

O primeiro remédio contra a obesidade canina será posto à venda, em breve, com receita nos Estados Unidos o qual possui uma população estimada em 62 milhões de cães. O medicamento é o Slentrol, um remédio do grupo Pfizer. O remédio age no apetite e na absorção de gorduras. O medicamento foi autorizado pelo órgão americano que controla o consumo de alimentos e medicamentos, o FDA (Food Drug and Administration).

Um cão é considerado obeso quando sua massa corpórea (peso) supera em 20% o nível ideal. A obesidade canina é um dos principais fatores que contribuem para os problemas cardio-vasculares, de articulações ou diabetes em cães.

Segundo o diretor do FDA para medicina veterinária, Stephen Sundlof, “a obesidade entre os cães está aumentando”. Estima-se que 5% dos cães americanos são obesos e que 30% deles apresentam excesso de peso.

O porta-voz da Associação Americana de Veterinários (AVMA), Michael San Filippo, afirma que “As pessoas não tem tempo de sair e brincar com seu cão e lhe dão muita coimida”.

Todo cuidado é pouco. Tente passear mais com seu cãozinho e minimizar os riscos de saúde que este fator pode causar!!!

 
O Ciclo das Pulgas

Pulgas são um grande problemas para os proprietários e, obviamente, para os cães! Saber como evitá-las é importante para manter seu cão livre destes parasitas e das doenças que elas podem acarretar. Conhecer o ciclo das pulgas é importante para saber os períodos cruciais de estar tendo maiores cuidados com a aplicação de medicamentos para evitar estas “companhias” indesejadas.

Procure o veterinário e se informe sobre qual o melhor medicamento para você dar para o seu pet e evitar que as pulgas “ataquem” seu cãozinho!

 
Mitos e Verdades sobre a castração de cães

Quando pensamos em castrar nossos cães, muitas dúvidas surgem em nossa cabeça. Em virtude disso, acabamos por decidir em não realizar a castração. Mas o que é um mito e o que é verdadeiro neste assunto?

Vamos começar, esclarecendo para os “leigos”, o que vem a ser a castração. Castrar significa tornar o animal, incapaz de se reproduzir, através da retirada dos órgãos sexuais: as fêmeas deixam de entrar no cio (não ovulam) e os machos ficam impossibilitados de produzir espermatozóides. Isto é realizado através de um procedimento cirúrgico. No caso dos machos, são retirados os testículos (castração) e nas fêmeas, os ovários (ovarioctomia) ou ovários e úteros (ovariohisterectomia). Em ambos os casos, os processos hormonais desaparecem mas, as características do animal (macho ou fêmea) permanecem.

O que nos leva a pensar em castrar nossos cães? Bom, intuitivamente, imagino que para os proprietários de cadelas, o principal motivo é a “não entrada” no cio, o que eliminaria uma série de incovenientes do tipo: a cadela não engravidar e também não ficar sujando a casa, em especial para aquelas que moram em apartamentos. No caso dos machos, o principal motivo é evitar que o cão marque o território (xixi em vários locais) e também para o caso de quando se tem fêmeas na mesma residência e o cruzamento entre eles não é desejável.

Alguns mitos sobre a castração são:

  • Mudança de comportamento: é comum associar que cães castrados ficam mais “lentos”e preguiçosos. Isto não passa de uma crença popular. Vários trabalhos comparando o desempenho de cães castrados e não castrados em competições comprovam que não existem diferenças. Entretanto, a “vadiagem” (o cão ou gato sair para procurar fêmeas ou brigas com outros machos) diminuem cerca de 90%.
  • O animal engorda após a cirurgia: a castração aumenta o apetite do animal. Portanto, compete ao dono, controlar a alimentação para que o cão não se torne obeso.
  • A castração mutila o animal: este um um dos principais mitos da castração e um dos principais motivos que levam as pessoas a não realizar a castração de seus animais. A cirurgia de castração é uma operação simples e rápida. Sendo necessário a anestesia geral no animal.
  • O macho perde interesse pela fêmea: naturalmente, o interesse do macho pela fêmea diminui após a cirurgia. A vantagem é que, caso exista alguma fêmea em casa e o cão castrado cruze com ela, a mesma não irá engravidar.
  • A castração de fêmeas só pode ocorrer após a primeira cria: a castração em fêmeas, traz enormes benefícios na prevenção ao câncer de mama. Não há nenhuma necessidade de que a fêmea tenha uma cria antes da cirurgia.

Algumas verdades sobre a castração:

  • Os machos demarcam menos o território: se a castração for realizada em cães com menos de 1 ano de idade, ele não marcará território em sua fase adulta. Quando realizada em cães adultos, a demarcação reduz consideravelmente.
  • Reduz o câncer em fêmeas: se a castração for realizada em fêmeas com menos de 1 ano de idade, a chance do animal desenvolver o câncer na fase adulta é bem menor quando se comparado com àquelas que não foram castradas. A probabilidade é praticamente nula, quando a cirurgia é realizada antes do primeiro cio.

Quais os benefícios da castração para o meu animal?
Um dos principais é a prevenção ao câncer de mama em fêmeas: ele é o segundo mais frequente em cadelas e o terceiro em gatas. Adicionalmente, a castração reduz a ocorrência de tumores relacionados ao sistema reprodutor tanto nos machos quanto nas fêmas.

Segundo uma revista americana de pesquisas na área de veterinária, o American Journal of Veterinarian Research, a longevidade de um animal castrado aumenta em machos caninos 24%, em machos felinos 36%, em fêmeas caninas 20% e em fêmeas felinas 40%.

 
Florais para quatro patas

Veja os benefícios que a terapia floral pode oferecer para os animais.

Quem quer adotar um animalzinho deve estar preparado para assumir um compromisso sério. Um gato ou cachorro pode viver 20 anos ou mais e durante todo esse tempo ele fará parte da vida do seu dono.

É preciso estar preparado para enfrentar eventuais doenças e distúrbios comportamentais, sabendo que sempre há uma solução e que é um crime abandonar um animal porque ele “destrói o sofá” ou “faz xixi fora do lugar”. Para tudo isso há solução.

Em se tratando de doenças e distúrbios de comportamentos, há várias alternativas que podem trabalhar em conjunto com o médico-veterinário, oferecendo ótimos resultados. Uma das mais requisitadas atualmente é a terapia floral.

Os florais ganharam o mundo graças ao médico inglês Edward Bach, que descobriu seu poder curativo no começo do século XX. Para Bach a doença (física ou comportamental) resulta de um desequilíbrio energético que leva à enfermidade física.

Certas flores, segundo ele, podem atuar sobre o estado emocional dos seres vivos, formando um sistema terapêutico que auxilia o processo curativo. Controlado esse desequilíbrio, temos a saúde e o bem-estar de volta.
Flores com poder de cura
A terapeuta especialista em florais Martha Follain, lembra que o floral não é um remédio e sim um tratamento. “ Os florais podem e devem ser usados em conjunto com outros tratamentos, como alopatia, homeopatia, fitoterapia. A terapia das flores vai atuar holisticamente – física, mental, emocional e espiritualmente – trazendo o equilíbrio de volta”, afirma.

Martha lembra ainda que o tratamento floral para animais não é novidade. “O próprio Dr. Bach acreditava que, assim como nós, eles possuem inteligência e emoções”. E completa: “Dr. Bach tratava seu cachorro com florais e sabia que eles costumam responder ainda melhor à terapia do que os humanos”.

Segundo a terapeuta, o tratamento floral é altamente indicado em casos de animais que sofreram nas ruas e foram adotados. Ele facilita a integração deles à nova família e trata os medos e traumas.

Proprietária de 17 gatos e 3 cadelas – todos resgatados da rua – Martha repete que o compromisso vale a pena. “Não sei o que seria de mim sem eles”, afirma.
A bióloga Ana Lucia encontrou nos florais uma alternativa para tratar o medo de sua gata, que foi encontrada nas ruas numa noite de chuva, há pouco mais de um ano. Ava, uma sialata de belos olhos azuis, assustava-se a qualquer movimento e barulho mais alto, chegando e ser agressiva com a própria dona. “Para levá-la ao veterinário era preciso sedar”, lembra.

Cansada de ver a gatinha estressada, Ana procurou ajuda de uma terapeuta floral e não se arrepende. “Ela tomou o conhecido Rescue e mais algumas combinações e teve uma melhora surpreendente. Hoje ela dorme tranqüilamente ao lado até das visitas”, conta Ana.

Marta aplaude esse tipo de iniciativa e relembra a importância da consciência com relação aos animais. “Quem vai adotar deve lembrar que se trata de um compromisso de amor e respeito com um outro ser”, afirma. “Mas não há dinheiro que pague o carinho que eles nos dão”, garante a terapeuta, feliz proprietária de 17 gatos e 3 cadelas.

 
Cuidados com os dentes

Os cuidados com os dentes do seu pet são tão importantes quanto a vacinação. Veja como cuidar da higiene dentária do seu animalzinho e o que a falta de cuidados pode provocar.

Dentes e tártaro – como funciona essa combinação!

Cuidar desde cedo dos dentes permanentes diminui a chance de acúmulo de bactérias e formação de tártaro. O ideal é escovar os dentes do seu mascote, uma vez por dia, após a refeição principal. Converse com seu veterinário sobre a maneira certa de fazer isso. O acumúlo de tártaro pode acarretar em um série de doenças orais e infecciosas em outros locais do organismo. Para retardar este acumúlo de tártaro, faz-se necessário a limpeza dos dentes do pet, por meio de escovação.
Para acostumar o cãozinho à idéia de escovar os dentes, procure associar a tarefa algo que ele goste, como um passeio. Claro que a recompensa não deve ser uma comida! Se você não se adapta à idéia de escovação, procure veterinários especializados para uma limpeza da boca do animal, pelo menos uma vez ao ano. Existem, disponíveis no mercado, vários tipos de escova dental e que o proprietário pode comprar e avaliar qual melhor se adapta ao seu animalzinho. Existem também pastas dentais com sabor, como aquelas para crianças, as quais podem facilitar no processo de escovação dos dentes. Atualmente, esta é uma área que os veterinários e proprietários dos animais têm se preocupado bastante e por isso, é fácil encontrar tais produtos em “pet shops” (lojas para animais).

Como saber se o seu mascote tem problemas dentários

A) Perda de apetite é o sinal mais evidente. Não raro, ele associa a comida à dor.
B) Gengivas inflamadas e mau hálito são bons motivos para checar a dentição. O mau hálito, porém, é comum nos filhotes quando estão trocando os dentes.
C) O comportamento muda. Dependendo do animal, ele pode ficar agressivo ou se tornar apático.
D) Cheque com frequência para detectar dentes fraturados. Se você encontrar algum dente lascado ou quebrado, procure a ajuda de um especializada imediatamente, pois a exposição da parte interna do dente é um dos caminhos para a entrada de bactérias no organismo.

 
Cio e Parto

A puberdade nos cães ocorre 2 a 3 meses após terem atingido o tamanho de adulto. Raças menores chegam a puberdade antes das maiores, porque atingem o tamanho adulto mais cedo. O primeiro cio da cadela ocorre entre os 6 até 14 meses de idade, dependendo da raça. Nas cadelas o cio ocorre a cada 6 meses, podendo ocorrer variações dependendo do estado de saúde, uso de hormônios, clima, presença de outros animais e outros. O tempo de duração de cada cio também pode variar, mas de uma forma geral fica entre 15 a 20 dias. O período fértil ocorre nos últimos 4 dias, quando ocorre a ovulação, ou seja, por volta do 11o dia, quando cessa o sangramento e a cadela aceita o macho. A fêmea só deve ser acasalada após o terceiro cio. Nessa fase de idade ela já estará amadurecida o suficiente para ter seus filhotes, seu desenvolvimento físico já terá se completado e a gestação não lhe trará problemas de saúde.

O macho pode cruzar a partir de 1 ano de idade, antes disso ele pode não conseguir fertilizar a fêmea. A escolha do macho também é importante, ele deve ser mais velho e experiente (principalmente se for o primeiro acasalamento da fêmea) e menor do que a fêmea, para que os filhotes não sejam muito grandes e causem problemas na hora do parto. No caso de animais para competição, analise os pontos fracos na sua cadela e escolha um cão que corrigirá essas falhas nos filhotes, sem tirar as boas características da mãe. A freqüência de acasalamento e gestação deve ser a mais baixa possível. Uma fêmea que procrie em excesso gera filhotes fracos e com alta mortalidade e também compromete sua própria saúde. Antes do acasalamento, a fêmea deve ser levada a um veterinário, para que seu estado de saúde seja examinado. As vacinas devem estar em dia e o esquema de vermifugação também.

GESTAÇÃO
A gestação nas cadelas dura em torno de 58 a 63 dias. Esse tempo é influenciado por diversos fatores como por exemplo, número e tamanho dos filhotes. A gestação pode ser confirmada por ultra-sonografia, que também mostrará o número de fetos e sua posição no útero. Também importante para o acompanhamento do desenvolvimento dos fetos.

O diagnóstico através de palpação pode ser feito a partir dos 30 dias. Com 35 dias já se observa o desenvolvimento das glândulas mamarias, que ficam rosadas e túrgidas. Nessa fase já há aumento acentuado de peso. Com 40 dias o abdome já está aumentado. Aos 45 dias o RX já evidencia ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos dos membros.

Com 49 dias a cabeça dos fetos já é bem palpável e há grande aumento nas glândulas mamarias.
A partir da 8a semana de gestação, o movimento dos filhotes já pode ser visto quando a cadela está deitada. Os filhotes já podem nascer de forma segura. 1 semana antes do parto, principalmente nas fêmeas em primeira gestação, ocorre secreção aquosa nas glândulas mamarias.

Nas 3 ultimas semanas de gestação sua alimentação deve ser reforçada. O uso de ração balanceada de boa qualidade e de formulação para filhotes e fêmeas em gestação, é a melhor forma de garantir os nutrientes necessários, sem a necessidade de suplementos extras.

Durante a gestação, devido a ação da progesterona, o tempo de esvaziamento gástrico da cadela aumenta, mas ao mesmo tempo a motilidade gástrica diminui, conforme o estômago é deslocado pelo útero em crescimento. Portanto o ideal é que se forneça a alimentação em pequenas porções várias vezes ao dia, facilitando a digestão. É normal que no final da gestação a cadela perca o apetite, principalmente quando está próximo da hora do parto.

Duas semanas antes do parto prepare o local onde a cadela irá ter seus filhotes e a estimule a deitar e dormir lá. Isso a deixará mais segura na hora do parto.

PARTO
Na última semana de gestação já deve-se estar com tudo preparado, caso os filhotes nasçam antes do tempo: carro preparado com toalhas e jornais caso seja necessário levá-la a uma clínica com urgência; a caixa ou local onde ela terá seus filhotes; jornais para manter o local onde ela terá os filhotes sempre limpo durante o trabalho de parto; lixeira para os jornais sujos e materiais que serão usados durante o parto; uma caixinha menor forrada com toalha macia para colocar os filhotes enquanto a mãe está em trabalho de parto dos outros filhotes; um relógio para controlar o tempo de parto; uma lâmpada de 100w para ser colocada próximo a caixa dos filhotes caso esteja fazendo frio; se estiver fazendo muito calor coloque um ventilador para a mãe; fio dental e tesoura afiada e esterilizada para amarrar e cortar os cordões umbilicais; anti-séptico para desinfetar o cordão umbilical cortado; toalhas e panos macios para serem trocados 2 vezes ou mais ao dia, na caixa onde ficarão mãe e filhotes.

Os primeiros sinais começam com 48h antes do parto, quando começa a produção de colostro pelas glândulas mamarias e a fêmea começa a construir um ninho. 12h antes ocorre descarga vaginal, decréscimo de 1o C na temperatura, sendo que a temperatura normal do cão é em torno de 38,9 a 39,9o C. É a hora de entrar em contato com o seu veterinário e deixá-lo de sobreaviso, caso você precise de ajuda.

Quando chega a hora do parto as fêmeas demonstram desconforto, não acham posição para se deitar e dormir, respiram de forma acelerada como se estivessem com dor, lambem e olham para a vulva, recusam comida, procuram o seu “ninho”. As contrações podem ser observadas nos músculos das costas, num movimento descendente.

Se ela quiser sair e caminhar vá junto. Caminhar ajuda no trabalho de parto, mas é preciso sempre estar atento para que nenhum filhote nasça no chão e ninguém veja. Principalmente se estiver escuro.
Após o começo das contrações pode levar até 4h para a saída do primeiro filhote. Se até esse tempo nenhum filhote nascer, procure logo seu veterinário. É importante observar o comportamento da fêmea, presença de contrações, estado geral da mãe, estado dos filhotes ao nascerem. Qualquer sinal de apatia, falta de contrações uterinas ou contrações sem a saída do feto, indica problemas e o veterinário deve ser procurado imediatamente.

Entre as causas de atonia de útero estão: insuficiência de cálcio, déficit energético, fetos muito grandes e obesidade, partos muito prolongados.

O intervalo entre os nascimentos podem ser de 15 min. Até 1h, mais do que isso chame o seu veterinário.
Para a saída do filhote a bolsa de água aparece e normalmente se rompe, então o filhote sai de dentro dela. A placenta pode ou não se soltar nessa hora, nunca puxe o filhote porque você poderá causar nele uma hérnia umbilical. Espere ela se soltar. Se a mãe não cortar o cordão você terá que fazê-lo, usando fio dental e tesoura esterilizada. Depois passe um anti-séptico como por exemplo iodo. Importante também é contar o número de placentas. Elas devem corresponder ao número de filhotes, se isso não ocorrer é porque houve retenção e caso não seja tratada, ela corre o risco de uma séria infecção uterina.

Você pode ajudar a mãe a limpar os filhotes com uma toalhinha macia, os enxugando até que chorem. Esfregá-los ao mesmo tempo que limpa, ajuda a estimular a respiração. Se isso não fizer o filhote respirar e chorar, segure-o firmemente de cabeça para baixo, protegendo sua cabeça e pescoço e o balance, a força centrífuga irá ajudar a retirar o muco da garganta e narinas dele, para que ele possa respirar.

1- O filhote é expulso, ainda envolvido na bolsa amniótica
2- A mãe abre a bolsa com os dentes e puxa-a para baixo
3- A cadela corta o cordão umbilical e lambe o filhote
4- Ao lambe-lo, estimula a circulação
5- Os filhotes encontram os mamilos da mãe por instinto

No intervalo entre os nascimentos deixe os filhotes mamarem o colostro, é muito importante para a saúde e imunidade contra infecções, assim como ajuda nas contrações e no trabalho de parto da mãe. Assim que as contrações recomeçarem, coloque-os de novo separados da mãe.

Quando termina o trabalho de parto a cadela se acalma, sua respiração volta ao normal e param as contrações. Limpe tudo, passe um pano úmido na cadela para limpá-la e faze-la sentir-se melhor. Ofereça água e uma refeição leve como caldo de galinha com arroz. Isso lhe dará uma alimentação leve e com bastante líquido. Ideal no pós parto. As mães de primeira viagem podem ficar confusas durante e após o parto. Você precisará ter firmeza, paciência e muito carinho com ela, ajudando no parto, no cuidado com os filhotes e na amamentação. É muito importante que todos os filhotes recebam o colostro nas primeiras 24h de vida.

Dentro de 24h no mínimo eles devem ser examinados pelo veterinário, para saber se tudo está bem.
A secreção vaginal após o parto dura de 24 a 48h e a cor deve ir clareando.

A cadela deve ficar com os seus filhotes em local calmo e tranqüilo, com temperatura ambiente constante por volta de 32o C, sem correntes de vento e sua alimentação deve continuar a ser balanceada e fortalecida, sendo indicado ainda as rações próprias para aleitamento, encontradas no mercado. Deve-se oferecer também bastante água fresca para ajudar na produção de leite. A mãe deve ficar sempre junto dos filhotes para lhes fornecer calor. É bom observar se ela toma o cuidado de não sentar ou deitar sobre eles.

Ao nascer os filhotes tem a temperatura baixa, por volta de 35o C, com uma semana de vida ela estará em torno de 38o C. Seus olhos se abrirão com 8 a 10 dias de vida e seus ouvidos com 13 a 17 dias.

 
Asilo para Cães: você já ouviu falar?

A velhice vem para todos, incluindo os cães. Quando esta fase se aproxima, precisamos tomar cuidados especiais com a saúde de nosso amiguinho. Pensando nisto, os pet shops de alguns países como o Japão já estão investindo em asilos para cães.

Estes asilos contudo, não são lugares onde os animais serão abandonados e esquecidos em sua velhice, ao contrário, são lugares onde os cães velhinhos irão receber os cuidados especiais de que precisam.

Em geral, a velhice do cão está associada com o tamanho da raça. Cães menores tendem à envelhecer mais lentamente que os maiores, devido às diferenças de metabolismo. Enquanto que para raças menores esta idade varia de 9 a 13 anos, para os de raças maiores, esta idade é de 6 a 9 anos. Mas, em média, um cão com idade superior a sete anos já pode ser considerado um cão idoso.

Pensando em cuidar da saúde de cães na terceira idade, os investidores do Japão não perderam tempo. No dia 15/06/2007, foi aberto no Japão, o primeiro asilo para cães e que funcionará por 24 horas. Os cães serão monitorados por médicos veterinários e os seus donos poderão acompanhar seu “velhinho” por meio de câmeras que permitem a visualização do pet dia e noite. Além disto, a alimentação do cão é especial e balanceada para um animal de terceira idade – alimentação enriquecida com vitaminas.

Como é de se esperar, esta mordomia toda não deve sair barato e serão poucos os que poderão custear esta paparicada. O preço mensal do asilo é de 800 doláres. Ao que tudo indica, o nome do asilo será Soladi Care Home for pets (Casa de Repouso para animais Soladi). O espaço tem a capacidade de abrigar até 20 cães e, além da acupuntura e aromoterapia, os cães idosos irão contar com a presença de cães mais novos, para dar “vida nova” para os velhinhos